O Alzheimer é o mais comum tipo de demência no Brasil, afetando mais de 1,2 milhão de pessoas. Esse transtorno degenerativo pode afetar a memória e o comportamento dos pacientes, impactando a sua qualidade de vida e a rotina e saúde de seus cuidadores — em geral, a família.
Entender como essa doença afeta as pessoas diagnosticadas, quais são os seus principais sinais e os diferentes estágios é a melhor estratégia para garantir um cuidado completo e eficaz.
Como identificar os sinais iniciais do Alzheimer?
O Alzheimer é um tipo de demência, e o seu sinal mais conhecido é a perda de memória recente. Ele pode se manifestar a partir da dificuldade em reter novas informações ou de perguntas repetidas em intervalos curtos.
Com o avanço da doença, porém, outros sinais se tornam mais evidentes. São eles:
- Dificuldade com tarefas cotidianas: tarefas simples, antes realizadas com facilidade (como pagar contas, cozinhar ou acompanhar receitas), tornam-se desafiadoras.
- Desorientação em locais familiares: a pessoa pode se perder em rotas que conhecia bem ou esquecer o motivo de estar em determinado lugar.
- Problemas de comunicação e linguagem: dificuldade em encontrar palavras, frases interrompidas ou uso de termos genéricos (“coisa”, “negócio”) no lugar de nomes específicos.
- Mudanças de humor e comportamento: apatia, irritabilidade, depressão, desconfiança ou perda de iniciativa são sinais comportamentais relevantes.
É preciso ter em mente, contudo, que pode ser difícil identificar os sintomas do Alzheimer logo no começo da doença. Por isso, é fundamental buscar apoio médico diante de qualquer suspeita.
Como ter informações confiáveis sobre o Alzheimer?
O acesso a fontes adequadas de informação, com conteúdos completos e sem sensacionalismos, também é fundamental para garantir que o cuidado com pacientes com Alzheimer seja eficaz. Por isso, é indicado procurar por:
- Sites .org, de organizações médicas ou institutos de pesquisa: Priorize conteúdo com revisão científica e responsabilidade editorial. Sites com o domínio .org ou de instituições reconhecidas, além de artigos publicados em revistas científicas, costumam ser fontes mais seguras de informação e de estudos.
- Profissionais especializados: As informações disponibilizadas online são uma excelente fonte de partida, mas uma avaliação personalizada é indispensável para um tratamento adequado. Por isso, consulte médicos especialistas na doença.
É importante, ainda, desconfiar de fontes sensacionalistas ou que prometem “cura milagrosa” para a doença. Mesmo tratamentos complementares para o Alzheimer precisam ter respaldo científico e estudos que comprovem a sua segurança.
Como o Mais Alívio pode ajudar?
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Além disso, a equipe do Mais Alívio elaborou, em parceria com a EaseLabs, uma cartilha completa sobre o Alzheimer, com orientações para cuidadores e familiares estarem mais preparados para lidar com a doença e seus desafios. O download é totalmente gratuito.